Flor de Cacto (Cactus Flower, EUA, 1969) – Nota 6
Direção – Gene Saks
Elenco – Walter Matthau, Ingrid Bergman, Goldie Hawn, Jack Weston, Rick Lenz, Vito Scotti.
A garota Toni (Goldie Hawn) tenta o suicídio ligando o gás do apartamento, mas termina salva pelo vizinho Igor (Rick Lenz). Toni está abalada porque seu amante, o dr. Julian (Walter Matthau) é casado e aparentemente não deseja abandonar a esposa. A questão é ainda mais complicada, porque Julian na verdade é um solteiro que está mentindo para evitar se casar.
Esta comédia de costumes segue o estilo de encontros e desencontros entre parceiros, formato que rendeu dezenas de filmes semelhantes nos anos seguintes e que é utilizado até nos dias atuais.
Infelizmente o filme gera poucas risadas visto hoje, mesmo com o talento de Walter Matthau para soltar piadas e a curiosidade de ver Ingrid Bergman no papel de uma enfermeira reprimida que em um determinado momento resolve se soltar.
É um filme razoável indicado para quem gosta de comédias antigas.
Esta comédia de costumes segue o estilo de encontros e desencontros entre parceiros, formato que rendeu dezenas de filmes semelhantes nos anos seguintes e que é utilizado até nos dias atuais.
Infelizmente o filme gera poucas risadas visto hoje, mesmo com o talento de Walter Matthau para soltar piadas e a curiosidade de ver Ingrid Bergman no papel de uma enfermeira reprimida que em um determinado momento resolve se soltar.
É um filme razoável indicado para quem gosta de comédias antigas.
Bob, Carol, Ted e Alice (Bob & Carol & Ted & Alice, EUA, 1969) – Nota 6,5
Direção – Paul Mazursky
Elenco – Natalie Wood, Robert Culp, Elliott Gould, Dyan Cannon.
Após passar um fim de semana em uma instituição participando de uma espécie de “dinâmica de emoções” com um guru, o casal Bob (Robert Culp) e Carol (Natalie Wood) passa a acreditar que dizer sempre a verdade é a chave para manter o relacionamento saudável.
A nova atitude incomoda um casal de amigos. Ted (Elliott Gould) e Alice (Dyan Cannon) não entendem o porquê da mudança, ao mesmo tempo em que a situação faz também eles repensarem o próprio relacionamento.
O falecido Paul Mazursky estreou como diretor neste longa que hoje se mostra datado, mas que na época descrevia de forma interessante as mudanças de costumes que estavam ocorrendo, inclusive o aparecimento de gurus e terapias malucas que surgiam junto com a chamada “contracultura”. As discussões sobre fidelidade e sexo refletem uma época em que muitas pessoas não sabiam como enfrentar as mudanças.
Infelizmente, visto hoje o filme é um pouco cansativo, com diálogos em excesso e uma história que demora para avançar. Vale apenas como curiosidade.



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